https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20762| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| carlasampaiodossantos.pdf | 238.69 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
| Tipo: | Trabalho de Formação Docente |
| Título: | A docência especializada como apoio à inclusão escolar: (re) definições normativas e práticas em duas redes de ensino |
| Autor(es): | Santos, Carla Sampaio dos |
| Primeiro Orientador: | Ribeiro, Patrícia Rafaela Otoni |
| Membro da banca: | Carmo, Adriana Fernandes do |
| Resumo: | O presente estudo tem como proposta analisar as normativas de duas redes de ensino vigentes antes da publicação da PNEEI (Brasil, 2025) no que se refere ao apoio à inclusão escolar e as práticas atribuídas ao profissional. Parte-se da experiência da autora como profissional de apoio em Juiz de Fora-MG na rede municipal e na e das normativas locais. A pesquisa se propõe a tensionar as seguintes questões: à luz da PNEEI e dos documentos das redes de ensino investigadas, qual é, de fato, o escopo legal e pedagógico da atuação do profissional de apoio, seja ele monitor, cuidador ou acompanhante especializado, no contexto da sala de aula? Como a Resolução nº 201 da Secretaria Municipal de Educação (Juiz de Fora) e o documento Instrução Pedagógica nº 05/2017 da Diretoria de Educação Escolar e Assistência Social (DEEAS) para uma escola da de Minas Gerais com administração militar regulamentam as atribuições do profissional de apoio em contraste com o Decreto PNEEI? Partindo de uma abordagem qualitativa de caráter analítico e interpretativo, fundamentada na análise documental, verifica-se como as normativas traduzem, regulam e materializam o papel do profissional de apoio na efetivação da política inclusiva. Os resultados evidenciam que, embora haja alinhamento conceitual entre as normativas analisadas e os princípios da política nacional, persistem lacunas significativas na materialização dessas diretrizes no cotidiano escolar. Observam-se fragilidades na articulação entre os profissionais, indefinições quanto às atribuições do PDA e do PAEE, limitações na formação continuada e práticas que, por vezes, reforçam a fragmentação do processo inclusivo, comprometendo a participação, o pertencimento e a aprendizagem dos estudantes público-alvo da Educação Especial. Conclui-se que a efetivação da educação inclusiva depende menos da existência formal das políticas e mais da consolidação de práticas colaborativas, da formação permanente dos profissionais e da construção de uma cultura institucional comprometida com a corresponsabilidade pedagógica, reafirmando a inclusão como compromisso ético, político e educativo de toda a comunidade escolar. |
| Abstract: | - |
| Palavras-chave: | Profissional de apoio Inclusão escolar Política nacional de educação especial inclusiva Redes de ensino |
| CNPq: | Educação |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Sigla da Instituição: | UFJF |
| Departamento: | Faculdade de Educação |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto Attribution-NoDerivs 3.0 Brazil |
| Licenças Creative Commons: | http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/ |
| URI: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20762 |
| Data do documento: | 30-Jan-2026 |
| Aparece nas coleções: | Pedagogia presencial - TCC Graduação |
Este item está licenciado sob uma Licença Creative Commons