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Tipo: Dissertação
Título: O paradigma autonômico do movimento mapuche: ideias sobre os direitos de autonomia e autodeterminação no informativo online Mapuexpress (Chile, 2000-2008)
Autor(es): Gonçalves, Vinícius Valadão
Primeiro Orientador: Acruche, Hevelly Ferreira
Membro da banca: Jardim, Fernando Perlatto Bom
Membro da banca: Dulci, Tereza Maria Spyer
Resumo: Em 2000, um grupo de militantes do povo indígena mapuche no Chile criou o informativo digital Mapuexpress, com o objetivo de difundir informações eticamente responsáveis sobre as comunidades mapuche e de fomentar discussões sobre seus direitos. Dentro de seu espaço na web, o site disponibilizava notícias, artigos de opinião e entrevistas, entre outros gêneros textuais, escritos por uma rede heterogênea de lideranças, organizações e identidades territoriais, assumindo um modelo editorial horizontal. Apesar da diversidade de autores, os textos possuíam certa coerência ao defenderem o direito do povo mapuche à autonomia e autodeterminação — pautas históricas que emergiram reformuladas dentro dos movimentos indígenas desde a década de 1990. No Mapuexpress, a defesa desses direitos ocorria através de duas principais perspectivas. A primeira delas enxergava a possibilidade de um autogoverno mapuche em conjunto com as instituições do Estado liberal, defendendo os processos de negociação do regime democrático. Por outro lado, a segunda perspectiva defendia que um autogoverno mapuche necessitaria de uma mobilização muito mais radical aos parâmetros institucionais, superando as formas de controle do Estado e do capitalismo. A partir de então, este trabalho tem como objetivo analisar como os múltiplos sentidos dos direitos de autonomia e autodeterminação foram articulados e difundidos no e pelo Mapuexpress entre os anos de 2000 e 2008.
Abstract: En el año 2000, un grupo de activistas del pueblo indígena mapuche de Chile creó el boletín digital Mapuexpress con el objetivo de difundir información éticamente responsable sobre las comunidades mapuche y fomentar el debate sobre sus derechos. En su espacio digital, el sitio ofrecía noticias, artículos de opinión y entrevistas, entre otros géneros textuales, escritos por una red heterogénea de líderes, organizaciones e identidades territoriales, adoptando un modelo editorial horizontal. A pesar de la diversidad de autores, los textos poseían cierta coherencia en la defensa del derecho del pueblo mapuche a la autonomía y la autodeterminación, agendas históricas que surgieron reformuladas dentro de los movimientos indígenas desde la década de 1990. En Mapuexpress, la defensa de estos derechos se dio a través de dos perspectivas principales. La primera vislumbró la posibilidad del autogobierno mapuche en conjunto con las instituciones del Estado liberal, defendiendo los procesos de negociación del régimen democrático. Por otro lado, la segunda perspectiva argumentó que el autogobierno mapuche requeriría una movilización mucho más radical, más allá de los parámetros institucionales, superando las formas de control impuestas por el Estado y el capitalismo. Por lo tanto, este trabajo busca analizar cómo se articularon y difundieron los múltiples significados de los derechos a la autonomía y la autodeterminación dentro y por Mapuexpress entre 2000 y 2008.
Palavras-chave: Mapuche
Mapuexpress
Autonomia
Autodeterminação
Autonomía
Autodeterminación
CNPq: CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::HISTORIA
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Sigla da Instituição: UFJF
Departamento: ICH – Instituto de Ciências Humanas
Programa: Programa de Pós-graduação em História
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil
Licenças Creative Commons: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/
URI: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20819
Data do documento: 26-Jan-2026
Aparece nas coleções:Mestrado em História (Dissertações)



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