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Clase: Trabalho de Conclusão de Curso
Título : Estudo da associação da qualidade subjetiva do sono com sintomas de desconforto em adultos praticantes de exercícios físicos
Autor(es): Esteves, Luana Maria Nogueira
Orientador: Enes, Bárbara Nery
Co-orientador: Batista, Ângela Giovana
Miembros Examinadores: Ferreira, Fernanda de Oliveira
Miembros Examinadores: Silveira, Simonton de Andrade
Resumo: O sono exerce papel essencial na recuperação do organismo, na regulação hormonal e no desempenho físico e cognitivo, sendo sua má qualidade associada a prejuízos no rendimento esportivo e no bem-estar geral. O presente estudo teve como objetivo avaliar a associação entre a qualidade subjetiva do sono e a presença de sintomas de desconforto físico, mental, neuromuscular, muscular e gastrointestinal em adultos praticantes de exercício físico. Este estudo tem um delineamento transversal, descritivo e exploratório, realizado com 138 de ambos os sexos, com idades entre 18 e 59 anos, praticantes regulares de exercícios físicos. A amostragem foi por conveniência e a coleta de dados ocorreu de forma on-line, por meio de questionário estruturado abordando aspectos sociodemográficos, hábitos de sono e alimentação, prática de exercícios e sintomas percebidos durante o treino. A qualidade do sono foi classificada de forma subjetiva, sendo agrupada em “péssima a razoável” e “boa a muito boa”. Dos participantes, 53,6% relataram sono de boa ou muito boa qualidade, enquanto 46,4% classificaram o sono como péssimo, ruim ou razoável. Observou-se que 70,3% dos indivíduos com melhor qualidade do sono dormiam sete horas ou mais por noite, enquanto 65,6% dos que relataram pior qualidade dormiam seis horas ou menos (p<0,05). Quanto aos sintomas durante o exercício, indivíduos com sono de menor qualidade relataram maior frequência de cansaço físico e mental, além de desconfortos musculares, e neuromusculares. Entre os participantes com sono classificado como “péssimo a razoável” apenas 6,5% não relataram sintomas, em contraste com 15,2% daqueles com sono “bom a muito bom” (p<0,05). O mau-humor ao treinar pareceu mais frequentemente nos participantes com qualidade de sono péssima, ruim e razoável (p<0,05). Não foram observadas diferenças marcantes entre os grupos em relação à alimentação pré-treino, ingestão de água ou acompanhamento nutricional (p>0,05). Entretanto, verificou-se maior consumo de suplementos alimentares entre os participantes com melhor qualidade do sono (p>0,05). Conclui-se que a melhor qualidade do sono foi associada ao bem-estar e menor frequência de sintomas de cansaço físico, mental, neuromuscular e muscular durante a prática de exercício físico na população estudada.
Resumen : Sleep plays an essential role in body recovery, hormonal regulation, and physical and cognitive performance, while poor sleep quality is associated with impairments in sports performance and overall well-being. This study aimed to evaluate the association between subjective sleep quality and the presence of physical, mental, neuromuscular, muscular, and gastrointestinal discomfort symptoms in adults engaged in regular physical exercise. This is a cross-sectional, descriptive, and exploratory study conducted with 138 participants of both sexes, aged between 18 and 59 years, who regularly practiced physical exercise. Sampling was carried out by convenience, and data collection occurred online through a structured questionnaire addressing sociodemographic aspects, sleep and eating habits, exercise practices, and symptoms perceived during training. Sleep quality was classified subjectively and grouped as “poor to fair” and “good to very good.”Among participants, 53.6% reported good or very good sleep quality, while 46.4% rated their sleep as poor, bad, or fair. It was observed that 70.3% of individuals with better sleep quality slept seven hours or more per night, whereas 65.6% of those with poorer sleep quality slept six hours or less. Regarding symptoms during exercise, participants with poorer sleep quality reported a higher frequency of physical and mental fatigue, as well as muscular and neuromuscular discomfort. Among participants classified as having “poor to fair” sleep, only 6.5% reported no symptoms, compared with 15.2% of those with “good to very good” sleep. Bad mood during training was also more frequent among participants with poorer sleep quality. No substantial differences were observed between groups in terms of pre-workout eating habits, water intake, or nutritional monitoring. However, greater consumption of dietary supplements was reported among participants with better sleep quality. It is concluded that better sleep quality is associated with greater well-being and a lower frequency of physical, mental, neuromuscular, and muscular fatigue symptoms during physical exercise among the studied population.
Palabras clave : Sono
Exercício físico
Desempenho esportivo
Fadiga
Desconforto
Sleep
Physical exercise
Sports performance
Fatigue
Discomfort
CNPq: CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAO
Idioma: por
País: Brasil
Editorial : Universidade Federal de Juiz de Fora - Campus Avançado de Governador Valadares
Sigla de la Instituición: UFJF/GV
Departamento: ICV - Instituto de Ciências da Vida
Clase de Acesso: Acesso Embargado
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
Licenças Creative Commons: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
URI : https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20664
Fecha de publicación : 24-nov-2025
Aparece en las colecciones: Nutrição - Campus GV



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