https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20543| File | Description | Size | Format | |
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| marinnaribeirogalvao.pdf | PDF/A | 1.87 MB | Adobe PDF | View/Open |
| Type: | Dissertação |
| Title: | Experiências vivenciadas pelas mulheres negras discentes dos cursos de medicina de uma instituição federal de ensino superior da Zona da Mata Mineira |
| Author: | Galvão, Marinna Ribeiro |
| First Advisor: | Mendes, Tatiana Dornelas de Oliveira |
| Co-Advisor: | Perdigão, Denis Alves |
| Referee Member: | Joaquim, Nathália de Fátima |
| Referee Member: | Furtado, Elisângela Prado |
| Resumo: | As pessoas negras, após a escravização, não foram, adequadamente, integradas à sociedade. Os movimentos negros vêm desenvolvendo estratégias de luta para inclusão social dos seus. Com a pressão desse movimento, avanços, como a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012 (lei de cotas), foram conquistados. Dessa forma, as pessoas negras puderam entrar na universidade e, entre esses, as mulheres são maioria. Nos chamados cursos imperiais, o percentual de estudantes negros é menor. Anteriormente, as mulheres que podiam estudar medicina, na Faculdade de Medicina da Bahia, primeira escola de nível superior no Brasil, eram brancas. Embora tenha havido evolução, atualmente, a situação é bastante similar. Para as mulheres negras que, nos dias de hoje, estão se graduando em medicina, possivelmente, não têm sido tarefa fácil pertencer a esse ambiente. Esta pesquisa se insere nessa discussão e tem o objetivo de revelar as experiências vivenciadas pelas mulheres negras discentes dos cursos de medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora. A pesquisa é de abordagem qualitativa. Quanto à natureza, ela é aplicada. Em relação aos objetivos, o estudo é exploratório. Quanto aos procedimentos, trata-se de um estudo de caso. Oito (8) mulheres negras discentes dos cursos de medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora foram entrevistadas. Os resultados mostraram que ser mulher negra no curso de medicina é cansativo, difícil, solitário, uma dicotomia etc.; que os amigos são essenciais para sobreviver no ambiente; que a maioria das agentes não se sente integrada (pertencente) ao curso/à universidade e que as entrevistadas não se sentem representadas no curso de medicina. Conclui-se que a falta de representatividade na graduação em medicina é uma manifestação do racismo estrutural, visto que esse ambiente foi formado para atender a grupos socialmente privilegiados. |
| Abstract: | Black people, after enslavement, were not planned to be integrated into society. Black movements have been developing strategies to fight for the social inclusion of their members. With the pressure of this movement, advances, such as Law No. 12.711 of August 29, 2012 (quota law), have been achieved. In this way, Black people have been able to enter university, and among them, women are the majority. In the so-called imperial courses, the percentage of Black students is lower. Previously, the women who could study medicine at the Faculty of Medicine of Bahia, the first higher education institution in Brazil, were white. Although there has been progress, the situation is quite similar today. For Black women who are graduating in medicine today, belonging to this environment has possibly not been an easy task. This research is part of this discussion and aims to develop the experiences lived by Black women students in medical courses at the Federal University of Juiz de Fora. The research has a qualitative approach. Regarding its nature, it is applied. Regarding the objectives, the study is exploratory. As for the procedures, it is a case study. Eight (8) black women students of medicine at the Federal University of Juiz de Fora were interviewed. The results demonstrated that being a black woman in medical school is tiring, difficult, lonely, a dichotomy, etc.; that friends are essential to survive in the environment; that most agents do not feel integrated (belonging) to the course/university and that the interviewees do not feel represented in the medical course. It is concluded that the lack of representation in medical school is a manifestation of structural racism, since this environment was formed to serve socially privileged groups. |
| Keywords: | Cotas Feminismo negro Mulheres negras na medicina Quotas Black feminism Black women in medicine |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ADMINISTRACAO |
| Language: | por |
| Country: | Brasil |
| Publisher: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Institution Initials: | UFJF |
| Department: | Faculdade de Administração e Ciências Contábeis |
| Program: | Mestrado Acadêmico em Administração |
| Access Type: | Acesso Aberto |
| Creative Commons License: | http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/ |
| URI: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/20543 |
| Issue Date: | 9-Mar-2026 |
| Appears in Collections: | Mestrado Acadêmico em Administração (Dissertações) |
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