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dc.contributor.advisor1Zago, Renata Cristina de Oliveira Maia-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3987257122606257pt_BR
dc.contributor.referee1Zago, Amanda Mazzoni Marcato-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8018258384846959pt_BR
dc.contributor.referee2Corrêa, Carolina Cerqueira-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/0849366342044876pt_BR
dc.creatorSilva, Maria Teresa Cassador Consoli-
dc.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/pt_BR
dc.date.accessioned2025-08-28T17:11:47Z-
dc.date.available2025-08-28T17:11:47Z-
dc.date.issued2025-08-19-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/19319-
dc.description.abstractThis article examines The Dinner Party (1974–1979) by Judy Chicago as a paradigmatic expression of cultural feminism that emerged in the United States during the 1970s. Set within a context of criticism of art institutions and the valorization of women’s experiences and knowledge, Chicago’s installation weaves together art, pedagogy, and politics through a collaborative practice that challenges the boundaries between art and craft. The article discusses the artist’s strategies for re-signifying techniques traditionally associated with the female domestic sphere, such as ceramics and embroidery, and investigates how her work engages with debates on identity, body, and memory in the history of feminist art. Through a historical-critical analysis, the study proposes an understanding of The Dinner Party as a symbol of the struggle for recognition and for the transformation of gender-based structures of exclusion within the art system.pt_BR
dc.description.resumoEste artigo analisa a obra The Dinner Party (1974–1979), de Judy Chicago, como expressão paradigmática do feminismo cultural que emergiu nos Estados Unidos na década de 1970. Inserida em um contexto de crítica às instituições artísticas e de valorização das experiências e saberes femininos, a instalação de Chicago articula arte, pedagogia e política a partir de uma prática colaborativa que tensiona as fronteiras entre arte e artesanato. O artigo discute as estratégias da artista para ressignificar técnicas associadas ao universo doméstico feminino, como a cerâmica e o bordado, e investiga como sua produção dialoga com os debates sobre identidade, corpo e memória na história da arte feminista. Através de uma análise histórico-crítica, propõe-se compreender The Dinner Party como símbolo da luta por reconhecimento e transformação das estruturas de exclusão de gênero no sistema da arte.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentIAD – Instituto de Artes e Designpt_BR
dc.publisher.initialsUFJFpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectJudy Chicago; feminismo cultural; arte feminista; The Dinner Party; arte e gêneropt_BR
dc.subjectJudy Chicago; cultural feminism; feminist art; The Dinner Party; art and genderpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::ARTESpt_BR
dc.titleThe Dinner Party: Judy Chicago, práticas colaborativas e a reinvenção do espaço artístico nos anos 1970pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
Appears in Collections:Bacharelado em Artes Visuais - TCC Graduação



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